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ESSE EVENTO É EXCLUSIVO PARA MÉDICOS!
FALTAM

A Próxima Consulta
Não Vai Esperar Você Se Sentir Pronto

“Simpósio de Psiquiatria da Infância e Adolescência”

DUAS NOITES, TRÊS PERGUNTAS. UM PRÓXIMO PASSO MAIS FUNDAMENTADO.

Quando uma queixa de saúde mental chega ao seu consultório, você não precisa escolher entre “observar” e “encaminhar no escuro”.

13 E 14 DE OUTUBRO DE 2026 · ÀS 19H30

DR. THIAGO CASTRO · MÉDICO · CRM/PR 42029 · RQE 25362

QUEIXA AINDA SEM NOME

Em dois encontros ao vivo, organize o raciocínio que leva da suspeita à conduta — inclusive para reconhecer o que cabe na sua consulta e o que deve seguir, com hipótese, ao especialista.

“A escola pediu uma avaliação. Eu não sei por onde começar.”

sono · desenvolvimento · comportamento · aprendizagem

Você não precisa decorar mais uma lista. Precisa saber como decidir o próximo passo.

O PRÓXIMO PASSO SE ORGANIZA: Hipótese organizada + próximo passo + acompanhamento.

DEMONSTRAÇÃO DIDÁTICA · NÃO É CASO REAL · NÃO CONCLUI DIAGNÓSTICO

A CENA QUE JÁ ENTROU NO CONSULTÓRIO

A porta se abre.

A mãe entra com uma pasta da escola debaixo do braço. A criança se senta. Ou não se senta. Ela olha para você e diz:

“Doutor, a escola pediu uma avaliação.
Disseram que pode ter alguma coisa.
Eu não sei por onde começar.”

A demanda não espera você se sentir pronto.

atraso de linguagem;

queda no rendimento escolar;

dificuldade para dormir;

Se você atende crianças e adolescentes, provavelmente já percebeu: a demanda de saúde mental já chegou ao seu consultório. E ela não chega com uma placa dizendo qual é a resposta.

irritabilidade ou isolamento;

agitação ou seletividade;

uma queixa de “desobediência”;

“Este paciente tem TEA. Esta paciente tem ansiedade. Este comportamento é efeito de uma comorbidade.”

um pedido de relatório;

Eles chegam como queixas que ainda
não receberam um nome:

uma preocupação que a família
ainda não consegue organizar.

E muitas vezes chegam primeiro ao médico que já acompanha aquela criança.

Talvez você

O cenário clínico já pressiona a prática.

Isso dimensiona o contexto clínico; não avalia a qualidade do evento.

O problema não é falta de conteúdo.

Isso dimensiona o contexto clínico; não avalia a qualidade do evento.

Você estudou.

Conhece critérios. Já assistiu aulas. Já salvou tabelas e protocolos.

Só que, diante de uma criança real, com uma história real e sinais que se misturam, esse conhecimento pode parecer espalhado.

Por quê?

Porque o problema não é apenas de conteúdo.

É um problema
de decisão.

A formação médica costuma organizar o raciocínio ao redor de um achado objetivo: examinar, localizar, confirmar ou afastar.

Na saúde mental infantojuvenil, os sinais precisam ser integrados: trajetória do desenvolvimento, contexto, duração, intensidade, prejuízo, diferenciais, comorbidades e alvo terapêutico.

Não é abandonar o raciocínio clínico. É aprender a usá-lo em um território no qual os sinais não vêm separados.

Quando falta uma ordem, quatro saídas parecem seguras.

Nenhuma dessas saídas significa falta de cuidado.

Muitas vezes, significa apenas que você recebeu peças soltas

— mas nunca lhe mostraram em que ordem encaixá-las.

Você não precisa de mais peças. Precisa de um mapa

Orientações de acesso após a confirmação da inscrição.

Em duas noites, você percorre o caminho da suspeita à conduta.

Não recebe uma especialidade em 48 horas. Não ganha permissão para ignorar os próprios limites.

As 3 Perguntas que
Organizam o Simpósio

Não é um protocolo automático. Não é um atalho para diagnosticar ou prescrever.

É um roteiro para reconhecer, diferenciar e decidir o próximo passo.

As perguntas organizam o aprendizado. A avaliação clínica continua individualizada, longitudinal e, quando necessário, multidisciplinar.

PERGUNTA 1 · RECONHECER E PRIORIZAR

O que estou vendo — e existe algum risco que muda a prioridade?

A primeira pergunta não é “qual é o diagnóstico?”.

É reconhecer o que está acontecendo, qual é o prejuízo, o que exige ação imediata e quais informações ainda faltam para sustentar uma hipótese.

Durante o evento, essa pergunta será organizada por:

Antes de nomear o quadro, é preciso entender o que está acontecendo — e o que não pode esperar.

PERGUNTA 2 · FORMULAR E DIFERENCIAR

Qual hipótese explica melhor o que pode imitar ou coexistir?

Uma criança não chega dividida em capítulos.

Autismo, TDAH, ansiedade, depressão, alterações do sono, dificuldades de aprendizagem e outras condições podem:

Diagnóstico diferencial não é uma lista para decorar. É uma comparação que precisa sustentar a hipótese ou mostrar que ainda faltam dados.

PERGUNTA 3 · DECIDIR E ACOMPANHAR

Qual é o próximo passo mais fundamentado e responsável?

A pergunta “qual remédio usar?” costuma chegar cedo demais.

Antes dela, existe uma decisão mais ampla: orientar, investigar, intervir, encaminhar e, quando indicado, medicar.

Começa na definição do OBJETIVO, do LIMITE e do ACOMPANHAMENTO.

A mesma consulta.
Um próximo passo mais organizado.

A agenda pode continuar a mesma. O tempo da consulta pode continuar limitado.

O que muda é a qualidade do próximo passo.

Entender um critério é importante. Enxergar como ele muda uma decisão é o que faz o conteúdo caber na consulta.

Não é um evento de palestrinhas… Cada parte deste evento é

sustentada por uma sequência.

Para que quando uma queixa de saúde mental chegar ao seu consultório, você não precise escolher entre “observar” e “encaminhar no escuro”.

Se você é pediatra,

médico generalista
ou atua na atenção primária e essas
queixas já chegam ao seu consultório, este simpósio foi pensado para você.

Não é para quem procura uma autorização rápida para prescrever sem avaliar.

É para o médico que quer decidir com mais responsabilidade.

QUEM CONDUZ AS DUAS NOITES

Dr. Thiago Castro

MÉDICO · CRM/PR 42029 · RQE 25362

Sua trajetória reúne prática médica, estudo do desenvolvimento e experiência familiar com o autismo. Conforme apresentado na página oficial do evento, sua formação inclui pós-graduação em Emergências Pediátricas pelo Hospital Israelita Albert Einstein, pós-graduação em Transtorno do Espectro Autista, mestrado em Neurociências e formação em atendimento clínico de adultos autistas pela Harvard University. Também é pai de dois filhos autistas.

Foi por isso que eu construí este simpósio: para ajudar você a transformar o conhecimento que já tem em decisões clínicas mais organizadas.

DUAS NOITES PARA PERCORRER A SEQUÊNCIA DA SUSPEITA À CONDUTA

13—14

OUTUBRO DE 2026
ÀS 19H30 · HORÁRIO DE BRASÍLIA

ONLINE E AO VIVO · 13—14 OUT · 19H30

Inscreva-se, participe das duas noites ao vivo e receba todos os materiais e acessos apresentados abaixo.

Background+Border

O que está incluído na sua inscrição

SEU INGRESSO

DOIS ENCONTROS AO VIVO

13 e 14 de outubro de 2026, às 19h30, horário de Brasília.

Dois dias para percorrer a sequência da suspeita à conduta.

INCLUÍDO

+

BÔNUS DO DIA 2

APOSTILA DO DIA 2 + MANUAL
PRÁTICO DE PSICOFARMACOLOGIA

Fármaco a fármaco — indicações, mecanismo de ação e monitoramento.

INCLUÍDO

+

BIBLIOTECA DE APOIO

MANUAL DE ENTENDIMENTO
DA PSICOFARMACOLOGIA
+ BANCO DE ARTIGOS

Material complementar de estudo e referências selecionadas para
aprofundamento.

INCLUÍDO

+

PARTICIPAÇÃO E ACESSO

CERTIFICADO DE
PARTICIPAÇÃO DE 8 HORAS
+ GRUPO DE WHATSAPP

Certificado conforme os critérios informados e canal destinado às comunicações operacionais do evento.

INCLUÍDO

TUDO ISSO ENTRA NA SUA INSCRIÇÃO

Quanto custa ter uma sequência para a próxima consulta?

O valor integral informado para as aulas e materiais desta edição é:

R$497

R$ 97

POR

Após a confirmação, o participante recebe as orientações de acesso pelos canais informados na inscrição.

Perguntas
Frequentes

O evento é exclusivo para médicos?

Sim. A linguagem, os casos e os conteúdos de psicofarmacologia foram preparados para a prática médica.

Sou pediatra ou clínico geral. O Simpósio serve para mim?

Sim. A proposta foi desenhada para o médico da linha de frente que recebe crianças e adolescentes com queixas de comportamento, desenvolvimento ou saúde mental.

Preciso ter RQE em Psiquiatria?

Não. O evento é educacional e voltado a médicos. A participação não concede título de especialista, não confere RQE e não altera os limites profissionais de cada participante.

O evento será online e ao vivo?

Sim. As aulas ocorrerão online nos dias 13 e 14 de outubro de 2026, às 19h30, horário de Brasília.

Haverá certificado?

Sim. Os participantes que cumprirem os critérios de presença e preencherem o formulário receberão certificado de participação com carga horária de 8 horas.

Como recebo o link?

Depois da confirmação da inscrição, você receberá as orientações para o grupo e os materiais. O link de acesso será enviado pelos canais informados na inscrição no dia do evento.

O Simpósio substitui uma formação em Psiquiatria?

Não. Em dois dias, você não se torna psiquiatra. O objetivo é organizar o caminho da suspeita à conduta e ajudar a reconhecer o que cabe na consulta e o que deve seguir para avaliação especializada.

O grupo de WhatsApp funciona como consulta clínica?

Não. O grupo é um canal de comunicação do evento. Casos clínicos exigem ambiente apropriado, consentimento, sigilo e avaliação individualizada.

Ainda ficou alguma dúvida?

DA PRÓXIMA VEZ QUE A PORTA SE ABRIR

A mãe entra.

Coloca o relatório da escola sobre a mesa.

“Doutor, o que pode estar acontecendo?”

Talvez você ainda precise investigar.

Talvez precise acompanhar.

Talvez precise encaminhar.

Talvez exista uma conduta que caiba na sua consulta.

13 E 14 DE OUTUBRO DE 2026 · ÀS 19H30 · ONLINE E AO VIVO

O problema não é decorar mais conteúdo.
É saber como decidir o próximo passo.

Se essa demanda já chegou ao seu consultório, participe das duas noites e organize o próximo passo com mais critério.

Orientações de acesso após a confirmação da inscrição.

CONTEÚDO EDUCACIONAL DESTINADO A MÉDICOS

As decisões clínicas permanecem individualizadas e devem respeitar avaliação, contexto, evidências aplicáveis, sigilo e limites profissionais.

A participação não confere título de especialista ou RQE.